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Mathes Fontes

A vida e os constantes movimentos cíclicos

29 de outubro de 2015

A vida e os constantes movimentos cíclicos: Retorno ao passado e impulso ao futuro!

Fala galera, amigos e amigas que acompanham o blog da Lu! Pra mim é um imenso prazer poder estar aqui interagindo com vocês. Tendo espaço, a convite, para desenvolver uma das atividades que mais gosto, a escrita, de modo que possamos compartilhar experiências, vivências, bagagens, lições e tudo mais que possamos esperar dessa aventura tão excitante e ao mesmo tempo árdua chamada vida! Desde já, obrigado! Vamos nessa?
Hoje ~ especialmente esse final de semana ~ de Sexta pra Domingo, foi um daqueles em que, como qualquer ser humano, entrei num daqueles ciclos de retorno ao passado. É incrível como passa um verdadeiro filme em nossas mentes durante esse constante de ciclo de ir à frente e retornar pelas lembranças, não?! Seletivamente, formamos um filme que costumamos levar de aprendizado. As amizades que encerraram seu ciclo, os relacionamentos que foram eternos enquanto duraram, as mudanças de postura e olhar diante do mundo… As emoções transbordam. Um mix de alegria, com tristeza, com saudades, arrependimentos… Tudo isso pode ser perigoso para uma mente embaralhada! Erros, ah, os erros… Coisas que acabamos dizendo quando a raiva é mais rápida que a cabeça ou que deveríamos ter dito e não falamos. Omissões em momentos cruciais, o falar quando não devíamos… Mas, e agora?
Aquelas situações ocorreram, os resultados foram colhidos e sua tragédia pessoal foi anunciada. Ajudaria se eu parafraseasse Pitty, “quem não tem teto de vidro que atire a primeira pedra?” Nossos erros vão acontecer! Não pense que nunca mais irá errar. Errar faz parte do “ser humano”. Parece tão clichê, mas, muitas das vezes, nos esquecemos disso. Não olhamos para o nosso umbigo e reconhecemos a carne, osso e o sangue circulante. Nas relações humanas, é impossível nos satisfazermos o tempo inteiro. Não podemos nos colocar na posição de juízes e nem tampouco permitir que assim o façam. Não podemos nos colocar num posicionamento de soberania e condenação a ninguém.

Tá vendo aquele amigo que você não fala há tempos? Procura por ele. Pergunte como está! Foi tanta coisa bacana. Ele te carregou até em casa na sua embriaguez adolescente, dividiu contigo a alegria de conquistar uma menina naqueles tempos… Tá vendo aquela namorada ou namorado que te magoou? Perdoe. Se possível, não deixa ir embora. Se ele, ou ela, te proporcionou tantos momentos bons, não faça isso. Exigir dos outros plenas satisfações e condenar os equívocos é fechar os olhos para todos os momentos bons. É deixar de trabalhar os erros como deveriam ser trabalhados: A fim de melhorar o constante processo de evolução inerente a cada um de nós.

Orgulho sabota alegrias, mata, corrói por dentro. Todos tem o direito de recomeçar do erro. De evoluir, de aprender, de ter uma segunda chance pra vida. De renascer! E ninguém, absolutamente ninguém, tem o direito de tirar isso de nós. E nós, conscientes disso, não vamos sabotar nossa felicidade, certo?

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5 Comentários

  • Reply
    Filipe Machado
    29 de outubro de 2015 at 22:24

    Primeiramente, bem vindo, Matheus, você exerce essa atividade que mais gosta muito bem. Concordo muito contigo sobre perdoar e aceitar erros, ou seja, com esse teu texto. E tem mais: muitas vezes, ficar guardando rancor machuca mais a nós mesmos do que a pessoa não perdoada… Só que a segunda chance acho que ainda é o motivo mais legítimo para o perdão. Portanto, menos orgulho e mais amor a fim de sermos mais felizes! Abçs

  • Reply
    Matheus Fontes
    31 de outubro de 2015 at 12:31

    Obrigado Filipe! Exatamente. É comum que nós não consigamos visualizar a abordagem do texto e o seu ponto de vista com facilidade. Não é tarefa fácil! Grande abraço. Fico feliz que tenha gostado!

  • Reply
    Blog Manias de Vivis
    31 de outubro de 2015 at 19:35

    Adorei o texto e a forma que as situações foram colocadas, principalmente a questão do erro é um assunto mega complexo !!!

  • Reply
    Matheus Fontes
    3 de novembro de 2015 at 18:06

    Com certeza é uma questão complexa. Precisa-se de muita sabedoria para ter um bom posicionamento diante de situações corriqueiras em nossas vidas. Fico feliz que tenha gostado!

  • Reply
    Juliana Vecher
    5 de novembro de 2015 at 09:38

    Parabéns pelo texto Matheus!! As vezes o orgulho atrapalha tanto.
    Adorei o texto.

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